How To Date An Otaku Girl

Olá, leitores! (*≧ω≦)ノ Eu simplesmente adoro filmes shoujo, aqueles romances bobinhos e divertidos. Quando conheci este, logo me interessei por causa do tema, e hoje venho contar o que achei.

Informações:
Nome:                          How to Date an Otaku Girl/Fujoshi Kanojo/腐女子彼女。
Lançamento:              2 de Maio de 2009
Direção:                      Atsushi Kaneshige
Gênero:                       Romance, Comédia, Drama
Duração:                     93 min.
Classificação:             12 anos
País:                            Japão
Elenco:                        Shunsuke Daitô, Yuta Furukawa,Satoshi Hino

Sinopse: Mutou é um estudante que se apaixona por Yuiko, e fica muito feliz ao ver que seus sentimentos são correspondidos, no entanto, sua amada resolve contar seu 'segredo': ela é uma Otaku que ama yaoi e tem uma imaginação muito fértil! Será que o amor de Mutou vai continuar inabalável depois de entrar nesse mundo com sua namorada?



Antes de tudo, para quem não sabe...
Otaku, no japão, significa fã. Nos outros países, as pessoas pegaram o termo para se referir à fãs da cultura japonesa, seja animes, mangás ou doramas japoneses. Há também o termo Otome (dama), que, nos países ocidentais, as pessoas usam para se referir às garotas fãs de cultura japonesa. Entretanto, este termo não é usado no Japão, ou seja, lá Otaku é usado para se referir tanto a garotos quanto garotas fãs de qualquer coisa.
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Fujoshi é o termo usado para se referir à garotas que são loucas, ou amam, coisas BL (Boys Love). Ou seja, aquelas que acham lindo e fofo dois garotos juntos, de forma romântica, e até mesmo shippam garotos que não são gays por simplesmente amar ver dois garotos juntos.


Mutou Ookawa se apaixonou por Ametani Yoriko desde o primeiro momento que a viu, por ela ser tão bonita. Ele se declara para ela e Yoriko parece aceitar seus sentimentos, mas precisa confessar algo. Ela é uma otaku e, mais que isso, é fujoshi.

Mutou não sabe muito bem o que isso significa, mas ele ama Yoriko e decide aceitá-la como ela é, mesmo que ela aja tão estranhamente tantas vezes. No namoro que se inicia, ele conhece suas amigas, e tudo o que fujoshi significa, onde elas surtam por causa de dois homens, mesmo quando um deles é seu próprio namorado.
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Fazia tempos que eu queria ver este filme, por adorar filmes shoujo e estórias bobinhas e divertidas. Outro fato que me deixava curiosa era a temática abordada. Não sei se vocês repararam pelas minhas postagens e pelas coisas que lemos/assistimos, mas nós duas autoras do blog somos otaku e fujoshi assumidas. A Fernanda gosta de animes, enquanto eu prefiro mangás, mas ambas somos fãs da cultura japonesa (além de outras culturas orientais) e gostamos de Boys Love.
É realmente estranho para quem não gosta, e é exatamente isso que é explorado no filme: as situações que as fujoshis passam e como pode ser vergonhoso as pessoas saberem. O tempo todo Yoriko fica preocupada se Mutou teria vergonha dela, por causa de seus gostos e sua forma de agir.
Há muitas cenas engraçadas no filme, que quem compartilha desta preferência irá se identificar, com muito exagero (que não acontece tanto assim conosco). Infelizmente, penso que poderia ter sido mais explorada esta parte do filme (afinal, é o próprio nome).
A primeira metade é bem leve, com a descoberta de Mutou sobre este mundo peculiar, e sendo até mesmo "afetado", enquanto o amor dos dois floresce. Foi realmente fofa a parte romântica, com Mutou aceitando todas as esquisitices da namorada. São poucos personagens, nem mesmo as amigas de Yoriko têm tanto destaque, mas gostei dos protagonistas, com personalidades tão diferentes. Ele é muito fofo, aceitando os gostos dela, e ela é muito divertida, muito maluquinha.
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Há muitas referências de animes ou outros elementos populares na estória, algumas coisas que eu não compreendi por não ver tantos animes, outras que eu entendi e me garantiu risadas. Penso, então, que o filme agradá mais quem é fã desta cultura, pois entenderá tudo e se identificará. Mas quem não é fã, nem fujoshi, pode dar boas risadas ao penetrar no mundo louco desse estilo de garota.
A segunda metade de How to Date an Otaku Girl/Fujoshi Kanojo é mais dramática, por causa de um conflito que se inicia, e por isso me pareceu meio entediante. Fica muito tempo sem acontecer nada, e isso perde bastante a vontade de assistir, mesmo que haja um mistério.
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De forma geral, foi um filme mediano, que diverte mesmo por causa das identificações que temos, mas que devia ter sido mais aprofundado e, na metade dramática, inserido mais emoções. Não me arrependo de ter visto, mas não é o primeiro shoujo que pensaria em indicar a alguém.

Avaliação:
★ ★ ☆ ☆ ☆
Assista aqui (legendado em português)

How to Date an Otaku Girl é live action do mangá Fujoshi Kanojo (My Girlfriend is a Geek/Fujoshi), de Shinba, Rize (Arte), Pentabu (estória), publicado até 2010 e com cinco volumes.
Sinopse: Mutou Taiga é um estudante universitário, que se apaixonou à primeira vista por Ameya Yuiko-san, uma senpai no seu trabalho em part-time. Um dia ganha confiança e se confessa, ela aceita a sair com ele, no entanto revelou-lhe "Mas eu sou uma fujoshi". Mutou respondeu de imediato "Está tudo bem", ainda que não soubesse na realidade o que isso significa. A partir daí sai com ela e começa a lidar com as suas ações, gostos e conversas.

Eu acho a ideia interessante, desta estória, e imagino que o mangá deve ser bem mais aprofundado. Pretendo ler e, sem dúvidas, comentarei no blog.

#Filmes

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